quinta-feira, 30 de junho de 2011

Espiritualidade e Fé

Segue link de um vídeo do Programa "Direção Espiritual" onde Padre Fábio de Melo faz uma relação entre a Espiritualidade e a Fé. É bem interessante assistir.

Clique AQUI para acessar o vídeo.

"Espiritualidade é uma forma de viver a fé, que está de acordo com o nosso jeito de ser, por isso temos diferentes espiritualidades na Igreja, apesar de ser a mesma fé. As espiritualidades são formas que vão sendo descobertas e sendo colocadas como opções para que possamos viver e experienciar a nossa fé. Podemos viver nossa fé não apenas quando estamos dentro de uma igreja, mas também em nosso dia a dia, de acordo com nossa sensibilidade para perceber a presença de Deus. Quanto mais conseguirmos enxergar a presença de Deus ao nosso redor, mais fácil será respeitar as pessoas, e cuidar do ambiente em que vivemos."

segunda-feira, 20 de junho de 2011

AVISO

Crismandos,
lembrando que essa semana (22/06) NÃO haverá reunião da Crisma devido ao feriado do São João.
Voltamos a nos encontrar no dia 29/06.

Desejamos um ótimo São João a todos.
Fiquem com Deus!!!

sábado, 11 de junho de 2011

Música para nosso ouvidos

Boa tarde pessoal, hoje não vamos falar do tema da próxima semana, mas vamos colocar uma música que tem tudo a ver com o tema apresentado nesta semana (Jesus Cristo nos dias de hoje), quem foi para reunião vai poder perceber que esta música resume muito bem o que Gabriel Marquim nos falou. Segue a música para que vocês possam escutar e refletir.

Simplesmente Amar

Vida Reluz

O amor nasceu em meio ao frio de uma noite
Sem um lugar para ficar...Desaconchego sim
Palhas para deitar e ao seu redor os animais que ali moravam
Mesmo sendo Rei, pobre se fez, só por amor

Simplesmente amar, é o que importa para quem quiser servir
Simplesmente amar, é a condição maior suprema do servir
Eis a verdadeira vocação: Simplesmente amar


O amor cresceu em meio a nós e ao homem se igualou
Não procurou seus interesses, não...
Do próximo quis lavar os pés como sinal de igualdade
Na cruz se entregou e perdoou só por amor

Como dizer "Senhor te amo" sem mesmo vê-lo.
E ser incapaz de amar o outro que está ao lado se poder ver ?!
O que não ama e não conhece a Deus,
Porque Deus é amor!

Para escutar a música clique AQUI!!!

Que a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com vocês e que Nossa Senhora nos cubra com seu manto sagrado.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Jesus Cristo nos dias de hoje.

Sem dúvida, vivemos tempos conturbados. A falência dos padrões do passado e a ineficácia das soluções tradicionais, ocasionadas pelas rápidas e sucessivas transformações sócio-culturais, fazem-nos sentir pouco à vontade na sociedade em que vivemos. Para agravar a situação, deparamo-nos, dia após dia, com múltiplas e, por vezes, desconcertantes leituras da realidade, que nos dão a impressão de que somos estranhos em nossa própria terra. A crise é geral e atinge variados setores, como a família, o ensino, a cultura, a política e a economia. Este contexto problemático atinge fortemente também o cristão.

Como vemos, o cenário atual constitui um sério desafio para o cristão. Todos nos sentimos um pouco sozinhos, constituindo uma minoria. Uma desvantagem? Teria sido melhor ter nascido em séculos anteriores? Não creio. Pois percebemos claramente que a fé é uma opção pessoal, uma aventura que corremos. É escolher construir a própria vida pelo modelo da existência de Jesus de Nazaré e também um risco, que exige muita confiança em Deus, fundamento da nossa fé, consistência da nossa esperança. Mas não era assim no Antigo Testamento? A fé de Abraão, partindo para o desconhecido por confiar em Deus? A fé dos pobres e dos pequenos? A de Maria, acolhendo a interpelação de Deus, sem saber o que o futuro lhe reservaria?

No entanto, ela disse: - “Faça-se em mim a tua vontade”.

Hoje, temos a oportunidade de viver a fé de modo mais autêntico do que as pessoas de alguns séculos atrás, que se amparavam em uma sociedade natural e culturalmente cristã. Uma sociedade pouco exigente de liberdade. Poucos acreditam, a não ser no que lhes convém acreditar. Para nós, cristãos, é a pessoa de Jesus Cristo, sua história, suas palavras e ações, que fundamentam nossa fé. O modo como Jesus viveu sua existência permanece fascinante e atraente através dos séculos. Ao confessá-lo como Filho de Deus e Salvador da humanidade, ao procurar concretizar, embora imperfeitamente, sua existência histórica na minha vida, experimento que minha opção é a certa, confirmando minha caminhada à medida em que a vivo, fornecendo luz e certeza à minha opção.

Como exprimiu São Pedro, que fez esta experiência: “Senhor, Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6, 68).

A característica de risco inerente à fé cristã é atestada fortemente no Novo Testamento. “Quem quiser salvaguardar sua vida, perdê-la-á; mas quem perder sua vida por minha causa, a salvaguardará” (Mt 10, 39). Observe-se que a segurança da salvação implica confiança, não em coisas ou em raciocínios, mas numa pessoa (“por minha causa”).

Procuramos ter, como Jesus, o centro de nossa vida fora de nós, levando a sério o outro, sensibilizando-nos com seu sofrimento, sua indigência, sua carência. Viver para o outro certamente resume bem o ideal cristão. Parece uma perda, mas é um enorme ganho, como confirmam os que entram seriamente nesta aventura. Ser conscientemente cristão, em nossos dias, significa, sem dúvida, remar contra a corrente e se perceber como minoria na sociedade. Conseguimos realizar esta proeza porque a força de Deus, o Espírito Santo, anima-nos interiormente. Somos diferentes porque somos sal da terra e luz do mundo. Somos diferentes porque testemunhamos o Cristo vivo entre nossos contemporâneos.

Fonte: P.I.M.E.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mudança do Tema do dia 01/06/2011

LINHA DO TEMPO – O JESUS HISTÓRICO


 Mapa da Palestina no tempo de Jesus

5 a.C. O anjo Gabriel vai até uma aldeiazinha no sul da Galiléia, Nazaré, a uma pobre virgem chamada Maria. Filha de Ana e Joaquim. A jovem estava prometida em casamento a José, um carpinteiro da localidade. O anjo anuncia-lhe que recebera a graça de Deus e iria conceber um filho, Jesus, o Salvador esperado. (Lc 1,26-36; Mt 1,18-25)

4 a.C. Maria dá a luz a Jesus, em Belém, uma aldeiazinha a sudoeste de Jerusalém capital da Judéia. Com ela estava José, seu marido. Nasceu na época de um recenseamento decretado pelo imperador romano Augusto. (Lc 2,1-20)
Jesus, ainda em Belém, é homenageado por estrangeiros vindos do oriente e por um grupo de pastores que, admirados, vislumbraram inúmeros sinais fantásticos no céu.(Mt 2,1-12; Lc 2,8-20)
No oitavo dia de nascido, Jesus é circuncidado e, quando completa trinta e três dias, é levado a Jerusalém, para ser apresentado no Templo, conforme o rito judaico. Lá é recepcionado por Simeão, um ancião respeitado e por Ana, profetisa que servia no Templo. Ambos predizem maravilhas sobre o menino. (Lc 2,21-40)
José, pressentindo perigo (um anjo lhe veio em sonho), foge com sua família para o Egito, onde permanece em casa de parentes por quatro anos. (Mt 2,13-15)

3 a.C. Matança das crianças de Belém e arredores, Ordenada pelo rei Herodes. (Mt 2,16-18)

1 a.C. Morte de Herodes. Retorno de José e sua família a Palestina. Acabam indo morar em Nazaré, receosos com o novo governador da Judéia, Arquelau, um homem bastante violento. (Mt 2,19-23)

10 d.C. Ao completar doze anos, Jesus é apresentado no Templo em Jerusalém, por conta da Páscoa dos Judeus. É a festa da Maioridade, onde assume suas obrigações legais. Jesus fica em Jerusalém sem o consentimento de seus pais, que preocupados voltam a capital e o encontram discutindo com doutores da lei, admirados com a inteligência do rapaz. (Lc 2,41-52)

27 d.C. José morre, provavelmente neste período, embora os textos nada mencionem. Jesus é batizado por João Batista no rio Jordão, dali se retira para o deserto onde permanece por quarenta dias. (Mt 3,13; 4,11; Mc 1,9-13; Lc 3,21-23;4,1-13). Na volta, encontra os primeiros discípulos, ex-companheiros de João, que o seguem. Realiza o primeiro milagre, numa festa de casamento, em Caná da Galiléia. (Jo 2,1-11)
João Batista é preso. Jesus se muda para Cafarnaum, vila de pescadores ao norte do Lago da Galiléia e inicia sua vida pública. Forma um grupo de discípulos entre os pescadores da região. Sua família o julga louco.
A fama de Jesus rapidamente se espalha na região da Galiléia por conta dos inúmeros milagres que realiza. O grupo de discípulos que o segue é grande e seus ensinamentos são ouvidos por multidões de pessoas. Seus familiares se reaproximam, buscando autopromoção. João Batista é morto , degolado, no cárcere.
Durante dois anos, Jesus percorre ininterruptamente toda a Galiléia, Samaria e Judéia, foi várias vezes a Jerusalém. Pregava no Templo, nas sinagogas, nas casas, na montanha, ou numa simples barca. Envia seus discípulos em missão e eles batizam, ensinam e curam as pessoas. No terceiro ano, no entanto, começam os desentendimentos, os discípulos não compreendem mais o seu mestre. Jesus realiza agora poucos milagres. Muitos se afastam.

30 d.C. Jesus se dirige para Jerusalém junto com um pequeno grupo de discípulos e discípulas, entrando triunfalmente na capital montado num jumentinho e sendo saudado por toda uma classe de pobres, miseráveis e maltrapilhos. No Templo, expulsa os vendilhões, discute com fariseus, escribas, doutores da Lei, sacerdotes. Ceia com os discípulos, é traído, preso, abandonado pelos seus discípulos, julgado, condenado e morto na cruz em apenas 20 h. Judas se suicida. Três dias após a  morte, Jesus ressuscita. (Mt 26,47; 27,56; Mc 14,43; 15,41; Lc 22,47; 23,49; Jo 18,1; 19,37)
Durante quarenta dias, Jesus aparece a seus discípulos e lhes reanima e ensina. Após esse período, ascende aos céus diante deles. Dez dias depois, envia seu Espírito Santo aos que se encontravam reunidos em Jerusalém, os discípulos e Maria, sua mãe, que, tomados de coragem, anunciaram a Boa Nova de Jesus aos judeus presentes na capital. (At 1,12-14;2,1-12)

65 d.C. É escrito o primeiro Evangelho da vida de Jesus, o de Marcos, discípulo de Pedro.

Elaborado pela Equipe da Crisma Casa Forte